sábado, 23 de janeiro de 2010

Pré-temporada

Vou passar a ir "apenas" três vezes por semana na fisioterapia. Com os progressos observados, nós (eu, o Guilherme/Fisioterapeuta e o Ney/Ortopedista) acreditamos estar entrando na reta final. A expectativa é de mais três semanas de fisio pra voltar ao asfalto. Até lá, fico me exercitando na cama elástica.

Enquanto não volto a correr "de verdade", foco total na musculação - 6x por semana com dedicação extra nos membros inferiores. A idéia é recuperar/preparar a musculatura e continuar com o trabalho de melhoria de flexibilidade (muito alongamento).

sábado, 16 de janeiro de 2010

Checkpoint

Essa semana eu voltei ao Dr. Ney para avaliar meus progressos. A evolução da minha flexibilidade o impressionou, e se antes havia alguma dúvida, agora ficou claro que a principal causa da minha lesão foi o encurtamento dos membros inferiores.

Vou continuar minhas sessões diárias de fisioterapia com o Guilherme. A expectativa de todos é que na segunda semana de Fevereiro eu já esteja de volta às pistas. Provavelmente não vou conseguir correr a meia da Corpore em Abril, mas os planos pra Maratona do Rio em Junho permanecem.

Voltei a fazer na academia os exercícios de membros inferiores que eu tinha parado por causa da dor - mesa flexora, leg press, etc. Agora é o momento de fortalecer a musculatura.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Calendário 2010

Provavelmente devo passar o mês de Janeiro inteiro em recuperação. Espero retomar os treinos em Fevereiro, iniciando a preparação para as corridas que quero fazer esse ano:

Meia-Maratona Corpore Internacional de SP: 11 de Abril

Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro: 18 de Julho

Meia-Maratona Internacional do Rio de Janeiro: 22 de Agosto

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Ansiedade

Apesar de eu estar animado com os progressos, o Guilherme (meu fisioterapeuta) vem segurando minha onda (com razão). Disse que ainda preciso evoluir muito minha flexibilidade, em paralelo com o tratamento localizado da tendinite. Ele e o Ney (ortopedista) foram muito claros comigo: preciso melhorar o alongamento para não me lesionar de novo. E é isso que estamos fazendo, alongando todos os dias, fora as sessões de ultrassom, laser, etc...

sábado, 19 de dezembro de 2009

Animação

Apesar de ter feito apenas 3 sessões de fisioterapia, o futuro parece promissor. Semana que vem começamos a testar mais forte a musculatura/tendões...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Branca Esportes no Desafio Nike 600K

É com muito orgulho que eu posto este vídeo - minha equipe e família Branca Esportes fazendo bonito na prova da Nike (600km entre SP e Rio). Valeu galera, vocês são demais!!!

Retorno do Guerreiro

Após a meia do Rio não consegui retomar os treinamentos. A dor que eu sentia no posterior da coxa/glúteo não passava de jeito nenhum. No final do mês passado, resolvi ir em um ortopedista de verdade. E ontem, após duas consultas, fui em um fisioterapeuta de verdade. A dupla Ney Percegueiro/Guilherme Tenius é campeã, no sentido literal da palavra. Eles acompanham e cuidam dos nossos craques da seleção brasileira de vôlei.

Hoje começo minhas sessões de fisio com o Guilherme. Muito alongamento pra melhorar a tendinite de insquio-tibial que eu venho sofrendo... A expectativa é começar os trotes em janeiro, retomando o treinamento com o mestre Branca à distância.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Vídeo de Chegada - XIII Meia Maratona do Rio de Janeiro

Olha aí eu e o Rodolfo chegando forte no final da meia! Estou de short e camisa preta, e uma viseira branca. Atravessamos a linha por volta do 15º segundo de vídeo, na parte esquerda.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Meia do Rio (Pt. 2)

Não sei se foram os 5 minutos de descanso, se foi o alívio do xixi, mas o fato é que eu voltei com gás enorme pra completar a prova. Entrei na av. Princesa Isabel rumo ao túnel que separa Copacabana de Botafogo, quando senti um tapinha nas costas. Era o Rodolfo, grande guerreiro Branca Esportes. Aquele foi o estímulo definitivo pra arrancada final.

Nós dois começamos então a correr juntos, repetindo a dobradinha que fizemos na meia da Corpore em São Paulo. Rodolfo estava em um ritmo forte, mas resolvi acompanhar porque estava me sentindo bem. Virávamos km a km abaixo de 6 minutos, um puxando o outro. Um ou outro km fazíamos mais lento para não quebrarmos, mas na grande maioria fomos em um ritmo muito bom. Corremos lado a lado uns 8km e cruzamos a linha final juntos. Muita emoção, muita felicidade. Um agradecia ao outro, pois sabíamos que provavalmente sozinhos não conseguiríamos fechar a prova no ritmo que fizemos.

Descontada a pausa pro xixi, completei a prova em 2h11' - um tempo muito bom pro que eu estava esperando. Como eu falei, metade da prova eu corri sofrendo, mas outra metade eu fiz como se estivesse disputando uma corrida de 10km. Nenhuma dor estrutural (tendinite, glúteo, joelho), apenas alguns desconfortos superficiais (unha encravada no dedão do pé esquerdo e princípio de bolha na sola do pé direito). Hoje acordei dolorido, mas nada de anormal. Que venha a próxima!

amanhã coloco os dados completos, extraídos do Garmin Trainin center

Data: 06/09
Local: Orla do Rio (São Conrado - Flamengo)
Tempo Total: 2h11'
Distância Total: 21,1 km
Ritmo Médio: 6'06"/km
Frequência Méd/Máx: 159/???
Percepção de Esforço: Moderado/Forte





Meia do Rio (Pt. 1)

A hora havia chegado. Depois de um tempo de molho, a meia maratona do Rio seria o grande teste. Estava ao mesmo tempo confiante e ansioso. Sabia que a distância não seria um grande problema, pois na semana anterior já havia feito 18km, mas sei lá, confesso que eu não me sentia ainda muito confortável.

Pra piorar a situação, não descansei muito na véspera, pelo contrário. No sábado, acordei às 5 da manhã para vir de carro de Sampa. Ao longo do dia, entre idas e vindas na minha cidade, muito trânsito, engarrafamentos... Devo ter passado no total umas 8 horas sentado dentro carro. Tentei dormi cedo mas não consegui. Na verdade não dormi quase nada...

Cheguei em São Conrado um pouco antes das 8:00h. Estava completamente sozinho, ao contrário dos outros anos, quando corri sempre rodeado de amigos. A solidão só foi quebrada quando alguns guerreiros da equipe Branca passaram por mim, e ao virem a minha camisa, me comprimentavam, mesmo que com um aceno tímido.

A largada foi dada às 9:05h. Muita gente, como de costume, se apertando na subida da Av. Niemeyer. O nervosismo da largada aliado ao esforço da ladeira levou meu batimento acima de 160bpm muito rapidamente. Quando percebi, reduzi o ritmo e fui bem devagar. Não estava ali para fazer tempo. Chegando no Leblon/Ipanema uma azia muito forte começou a me acompanhar. Não preciso dizer que o gel de carboidrato lá pelo km 8 não contribuiu muito para a minha melhora. Estava correndo desconfortável. Sentia as pernas pesadas, a azia batia na minha garganta, e pra piorar, vontade de fazer xixi.

Fui segurando por muito tempo, na esperança de aparecer um banheiro químico, até que a ficha caiu e eu percebi que não podia contar com a organização da prova. Quase chegando no Leme, parei em um dos postos de salva-vidas que existe na praia, e consegui me aliviar. Ainda perdi uns minutos na fila, mas valeu a pena. Quando saí de lá era outro corredor.